Cases GEPCase 01

Como estruturamos do zero a operação de geração de demanda da GEP no Brasil e identificamos 53 contas no nível Agir em 90 dias.

A gente implementou o Novo Inbound B2B na GEP: definimos uma nova direção de posicionamento, produzimos conteúdos para a Company Page e para dois executivos, segmentamos as contas e os cargos do ICP e garantimos frequência dentro desse público.

Com o Golden Dog, nossa tecnologia proprietária de social selling, identificamos as pessoas e empresas por trás dos engajamentos e passamos a acompanhar a recorrência por pessoa e a concentração dos sinais por conta.

O que é o nível Agir É a classificação mais alta da escala de prioridade de contas do Golden Dog. Uma conta chega nele quando atinge os critérios de intensidade, recorrência ou distribuição de engajamentos definidos para a operação. Não é intenção declarada de compra: é o ponto em que existe contexto suficiente para o comercial entrar na conversa.
SetorProcurement & Sourcing
AtuaçãoGlobal, em expansão no Brasil
EscopoOperação completa de geração de demanda
Período90 dias
TecnologiaGolden Dog
Resultados em 90 dias

Da presença dentro do ICP ao contexto para ação comercial.

Engajamento dentro do ICP

2.762engajamentos dentro do ICP
616contas do ICP com engajamento

Recorrência e relevância

154pessoas do ICP com engajamento recorrente
150contas nos níveis Investigar ou Agir

Contexto para ação comercial

86pessoas identificadas dentro das contas no nível Agir
53contas classificadas no nível Agir
01 / 04O desafio

Construir do zero a operação de geração de demanda da GEP no Brasil.

A GEP é líder global em procurement e queria ampliar sua presença no mercado brasileiro. No início do projeto, ainda não existia uma operação estruturada de posicionamento, conteúdo executivo e geração de demanda no LinkedIn para esse mercado.

Nosso trabalho era construir essa operação desde a base: definir o posicionamento, produzir os conteúdos, estruturar os canais, segmentar as contas e os cargos do ICP, garantir frequência dentro desse público e acompanhar os resultados gerados.

Só que, em venda complexa e de alto ticket, o processo de pesquisa e decisão começa bem antes de alguém preencher um formulário. Uma pessoa acompanha um executivo, outra lê um conteúdo e diferentes profissionais da mesma empresa passam a prestar atenção nos mesmos temas. Quando o formulário enfim chega, boa parte da decisão já aconteceu.

Por isso a operação precisava fazer duas coisas ao mesmo tempo Gerar presença dentro das contas certas e tornar visíveis as métricas que antecedem o lead, em vez de esperar a conversão para só então saber quem estava interessado.
02 / 04O que a gente fez

Implementamos o Novo Inbound B2B na GEP.

A gente conectou posicionamento, produção de conteúdo, segmentação, frequência e identificação dos engajamentos dentro da mesma operação.

1Definimos uma nova direção de posicionamento

Antes de escrever qualquer conteúdo, a gente responde duas perguntas. A primeira é sobre o mercado e a segunda é sobre a empresa, e é o cruzamento das duas que dá o ângulo.

Como a gente encontra os temas

Maturidade do mercado

Produto Categoria Problema
  • Produto · já compara fornecedores dentro da categoria
  • Categoria · não sabe qual tipo de solução resolve
  • Problema · sente a dor, mas atribui a causa errada

O mercado nunca está nos três ao mesmo tempo. Ele vive na passagem entre dois níveis vizinhos, e é ela que diz por onde o conteúdo entra.

Problema → CategoriaCategoria → Produto

Diferenciais

  • CustoRemove a barreira de preço.
  • ProdutoTecnologia ou metodologia proprietária.
  • EntregaImplantação mais rápida ou mais integrada.
  • AutoridadeChancela externa que reduz o risco percebido.
  • NichoEspecialização no segmento do cliente.

A gente escolhe um ou dois. Escolher todos é não escolher nenhum, e o conteúdo volta a ser genérico.

A passagem diz por onde o conteúdo entra. O diferencial diz de que lado olhar. É do cruzamento dos dois que saem os temas, e cada peça amarra de volta ao problema central do mercado.

Esse posicionamento passou a orientar os temas e os conteúdos produzidos durante a operação.

2Produzimos conteúdo para a Company Page e para dois executivos

A partir do posicionamento criado, a gente começou a produzir conteúdos para a Company Page e para os perfis de dois executivos da GEP.

A passagem escolhida foi Problema → Categoria. O comprador sentia a dor, atribuía a causa ao lugar errado e ainda não reconhecia qual tipo de solução resolve.

Os conteúdos que saíram daí

Reframe do problema

O valor não se perde na negociação. Ele vaza antes, em visibilidade, velocidade, governança e execução.

Checklist de maturidade do processo de compras, com quatro blocos de perguntas: visibilidade, velocidade, governança e execução.

65 reações · 4 compartilhamentos

Nomeia a categoria

No feeling, com histórico do ERP ou com inteligência de mercado. O que a maioria usa hoje não é a categoria que resolve.

Comparação de três formas de negociar com fornecedores: no feeling, com histórico interno e com inteligência de mercado.

412 reações · 29 compartilhamentos

Mostra como a categoria se opera

Componente por componente, com índice de mercado rastreável e projeção, em vez do preço da última compra.

Como funciona o cost breakdown, em três colunas: dados de entrada, estrutura do modelo e aplicação na negociação.

151 reações · 13 compartilhamentos

Nenhuma das três peças fala do produto da GEP. Todas falam do problema de quem compra, e é por isso que o engajamento veio de dentro do ICP.

O mesmo posicionamento foi desdobrado nas três frentes de conteúdo.

3Segmentamos as contas e os cargos do ICP

A gente definiu quais empresas e quais cargos a GEP queria alcançar no Brasil.

Essa segmentação orientou a distribuição dos conteúdos e permitiu acompanhar os resultados dentro do mercado que a GEP queria desenvolver.

4Garantimos frequência dentro da segmentação

A gente distribuiu os conteúdos com frequência dentro das contas e dos cargos definidos.

O objetivo era manter a GEP presente de forma recorrente dentro do ICP, em vez de acompanhar apenas o alcance total de cada publicação ou campanha.

5Identificamos quem estava engajando

Com o Golden Dog, relacionamos os engajamentos gerados pela Company Page e pelos dois executivos a pessoas e empresas. Assim, passamos a identificar:

  • quem estava engajando;
  • qual cargo essa pessoa ocupava;
  • de qual empresa fazia parte;
  • se a empresa estava dentro do ICP;
  • quantas vezes a pessoa havia engajado;
  • quantas pessoas diferentes estavam engajando dentro da mesma conta.
3Golden Dog

Como a gente identificou as pessoas e empresas por trás dos engajamentos.

O Golden Dog reuniu os engajamentos gerados pela Company Page e pelos perfis dos dois executivos da GEP. Ele identificou as pessoas por trás dessas interações e organizou as informações em dois níveis.

O cruzamento das fontes de conteúdo
Company PageConteúdo da marcaExecutivo 1Perfil pessoalExecutivo 2Perfil pessoalGOLDENDOGcruzamento por pessoa e por contaReforça a operação editorialQuais temas e ângulosgeram mais resposta no ICPOrienta onde investigar e agirQuais pessoas e contasconcentram sinais relevantes
As mesmas interações que desapareceriam no feed passam a orientar o conteúdo seguinte e a indicar onde marketing e vendas devem olhar.

Por pessoa

  • nome;
  • cargo;
  • empresa;
  • aderência ao ICP;
  • quantidade de engajamentos;
  • recorrência.

Por conta

  • pessoas engajadas;
  • quantidade total de engajamentos;
  • distribuição dos engajamentos entre diferentes pessoas;
  • classificação nos níveis Investigar ou Agir.
O que passou a ser controlado

Uma interação isolada continuava sendo apenas uma interação. O que a gente passou a controlar foi a repetição por pessoa e a concentração de engajamentos dentro de cada conta.

04 / 04Os resultados

O que a operação produziu em 90 dias.

  • 2.762 engajamentos foram gerados dentro do ICP da GEP. Eles vieram de 638 pessoas únicas, distribuídas por 616 contas do ICP.
  • 154 pessoas do ICP apresentaram engajamento recorrente. A gente passou a saber quais pessoas haviam interagido mais de uma vez com os conteúdos da GEP.
  • 150 contas chegaram aos níveis Investigar ou Agir. Essas contas atingiram os critérios definidos para que marketing e vendas acompanhassem os engajamentos com mais atenção.
  • 53 contas foram classificadas no nível Agir. Nessas contas, a gente identificou 86 pessoas que já haviam engajado com os conteúdos da GEP.

O nível Agir não indica intenção declarada de compra. Ele mostra que a conta atingiu os critérios de intensidade, recorrência ou distribuição de engajamentos definidos para a operação.

O valor gerado

A GEP passou a controlar as métricas que antecedem leads e oportunidades.

A operação passou a mostrar, dentro do ICP:

  • quantos engajamentos estavam sendo gerados;
  • quem estava engajando;
  • quais pessoas voltavam a interagir;
  • de quais empresas essas pessoas faziam parte;
  • quantas pessoas diferentes engajavam dentro da mesma conta;
  • quais contas atingiam os níveis Investigar ou Agir.
Conteúdo e presença executiva
Engajamentos dentro do ICP
Recorrência por pessoa e concentração por conta
Conversa comercial com contexto

Com essas informações, marketing e vendas passaram a saber quais contas continuariam sendo trabalhadas com conteúdo e quais já poderiam avançar para uma conversa comercial.

Para as contas no nível Agir, a GEP não recebia apenas o nome da empresa. Recebia também as pessoas que já haviam engajado e que poderiam servir como ponto de entrada para iniciar a conversa.

Sua empresa também gera engajamentos dentro do ICP. A questão é se você consegue identificar quem está por trás deles.

A gente combina posicionamento, produção de conteúdo, segmentação, frequência e o Golden Dog para construir operações de geração de demanda para empresas B2B de alto ticket.

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